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Ataques virtuais crescem no país e ampliam a busca por seguro cibernético.

Mas e quando a seguradora não aprova o seguro?


 

Diante do risco crescente, a oferta e a procura por seguros cibernéticos registram crescimento exponencial. Segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), os prêmios da modalidade totalizaram R$ 103,2 milhões em 2021, mais que o dobro do registrado no ano anterior (R$ 41,2 milhões).

Existem seguros com coberturas bem abrangentes e algumas seguradoras de mercado oferecem coberturas bem completas para proteção de riscos cibernéticos, incluindo ataques hackers, com casos de vazamento de dados, mal uso e violação de privacidade de dados, serviços de perícia forense digital, custos para restauração e recuperação de dados, lucros cessantes por interrupção de rede, pagamento de resgate(extorsão), gastos de notificação e monitoramento (LGPD), entre outras coberturas.

LGPD traz preocupação extra! Além do crescimento dos ataques virtuais, a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), em vigor desde o final de 2020, ampliou a preocupação das empresas com a proteção dos dados. O vazamento pode trazer não somente prejuízos financeiros ao caixa, mas causar danos irreparáveis à reputação da companhia.


As penalizações aplicadas pela Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) às companhias que sofrem ataques hacker é o pagamento de multa, que pode chegar a até R$ 50 milhões. Com o Seguro Cyber, caso o cliente sofra uma invasão, a apólice pode até quitar essa multa.


Temos percebido esse aumento na busca por seguro cibernético, mas um dado que a pesquisa não aponta, é sobre a reprovação das propostas por parte das seguradoras. Muitos clientes, acreditam que é só fazer um seguro e pronto, está 100% coberto, porém para que o cliente seja elegível e ter sua apólice de seguro cibernético aprovado por uma seguradora, é necessário que ele cumpra algumas exigências de segurança em seu ambiente de infraestrutura.


Por nossa experiência, na grande parte dos clientes que apenas entram em contato com interesse em contratar o seguro cibernético, aproximadamente arriscamos em dizer que 60%, não está elegível, com o básico exigido, por exemplo um firewall, antivírus


Por esse motivo aqui na INFOSW Tecnologia, antes de simplesmente enviar um questionário da seguradora para os clientes, marcamos uma reunião, para entender desde o negócio do cliente e analisar como hoje está esse ambiente em relação a segurança da informação. Somente depois desse levantamento, poderemos detalhadamente explicar ao cliente, o que será necessário implementar, como poderá ser planejamento e cronograma, levantamento dos investimentos e entender como será a melhor forma de resolver esse problema.


Assim, após esse trabalho, entraremos com a solicitação da cotação do seguro cibernético, através de nosso corretor parceiro que apresentará a melhor proposta.


Quer saber se sua empresa está dentro do perfil para ser aprovada em um seguro cibernético?


 





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